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Página inicial - Blog do PCO Paulo César Oliveira

CNI encontra consumidor mais pessimista


Estudo divulgado ontem (27), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) informa que, depois da leve melhora em março, o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) registrou aumento no pessimismo da população em relação à inflação e ao desemprego. Em abril, o índice caiu 1% – em comparação a março – e alcançou o menor patamar desde junho de 2001. “Com isso, o INEC acumula queda de 9,3% no ano e está 8,9% menor do que o registrado em abril de 2014”, informa o estudo. Neste mês, o índice de expectativa da inflação para os próximos três meses caiu 4,4% e o de desemprego recuou 9,8% em relação a março. Quanto menor o indicador, maior é a preocupação da população com a evolução dos preços e da oferta de emprego. No mesmo período, o índice de compras de bens de maior valor recuou 7,5%. Mesmo assim, a pesquisa mostra que a percepção dos brasileiros em relação à situação financeira atual melhorou um pouco. O indicador de situação financeira aumentou 7,7% em abril e o de endividamento subiu 0,3% frente a março. O índice de expectativa para a renda pessoal nos próximos três meses aumentou 11,9% em relação ao mês anterior, mas continua 8,9% inferior ao registrado em abril do ano passado.

 

Para o IBGE, o consumidor está é mais confiante

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu 3,3% de março para abril deste ano. É a primeira alta do indicador no ano: nos três primeiros meses de 2015, o índice acumulou perdas de 13,8%. Segundo a FGV, os consumidores estão mais satisfeitos em relação à situação atual e também mais otimistas em relação ao futuro. O subíndice de Situação Atual, que mede o momento atual, avançou 3,3%, puxado principalmente pela maior satisfação dos consumidores com a situação econômica atual. Já o subíndice de Expectativas, que avalia os próximos meses, cresceu 2,7%, alta influenciada pela melhora da avaliação sobre a situação econômica futura. Apesar da melhora, segundo a FGV, a confiança do consumidor continua em “nível extremamente baixo em termos históricos”

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