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Página inicial - Blog do PCO Paulo César Oliveira

Desafio de Wilson Brumer é fazer a sociedade voltar a acreditar na mineração


O almoço-palestra do Conexão Empresarial, evento promovido pela VB Comunicação, começou com um minuto de silencio. pedido pelo novo presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Wilson Brumer (foto), em memória das vítimas do acidente na Mina do Feijão, da Vale. Em seguida, Brumer falou que “toda a cadeia da mineração tem que reconhecer esse passado ruim, de muita dor e deixar claro que isto não pode acontecer nunca mais. Esse é um grande desafio, que tem que ser enfrentado para que a sociedade volte a acreditar na mineração”.

 

Apoio às investigações

O Ibram, segundo Brumer, apoia todas as investigações para que esses erros não se repitam. Resgatar a imagem da mineração “será um trabalho de formiguinha”. Mas ele ressalta que é importante mostrar para a sociedade que a mineração faz parte do dia a dia das pessoas e está presente desde a armação dos óculos, de um telefone celular aos automóveis. Os erros ocorridos não podem ser esquecidos, eles têm que ser enfrentados e corrigidos., porque “não existe desenvolvimento sem mineração, mas isso não quer dizer minerar a qualquer preço”. Brumer também criticou a comunicação entre as mineradoras e as comunidades, que para ele, é muito ruim. No seu entendimento, quando essa comunicação é falha, passa a ideia de arrogância e é isto o que pensa a maioria das pessoas, entre a população e a cadeia de negócios onde as mineradoras vendem seus produtos.

 

Programas de desenvolvimento

Na conversa com empresários, políticos e representantes da sociedade que participaram do Conexão Empresarial, Brumer disse que pretende discutir com prefeitos e empresas que atuam nas cidades mineradoras a implantação de programas de desenvolvimentos, fazendo com que as mineradoras conversem diretamente com as comunidades. Esse é o caminho para retomar a comunicação com a sociedade e se integrar a ela. Ele lembra que a mineração está “no nosso DNA” e representa 60% do saldo da economia de Minas. O que é preciso fazer é agregar mais valor ao produto e investir em tecnologia e inovação para se adequar a nova realidade, porque sem pesquisa e investimentos, o Brasil não sobreviverá.

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