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Necessidade de um estadista


Por: Paulo César de Oliveira

O líder empresarial mineiro, Olavo Machado, presidente da Federação das Indústrias de Minas-FIEMG, tem uma teoria interessante para explicar a crise econômica que o país vive  e que emite sinais claros de agravamento. Para ele, a crise é, nada mais, do que a conta pela euforia política de 1988, quando o Brasil assistiu a promulgação de sua nova Constituição, a “Carta cidadã” de Ulisses Guimarães. “A Constituição criou muitos direitos, sem as correspondentes obrigações”. Ao longo dos 27 anos de vigência das Constituições os direitos foram formando um passível impagável.  Olavo Machado acredita que  “agora estourou”. O país chegou a um ponto que, por mais que arrecade, não consegue saldar todos os seus compromissos, incluindo aí os investimentos que precisa fazer. Melhorar a infraestrutura para poder crescer, eis o discurso. Mas não há dinheiro para isto. Para criar as condições de crescimento, estabelece-se, como plano de governo, uma recessão. Em nome de um ajuste necessário, sufoca-se a economia. O governo pede sacrifício da sociedade, mas não se submete a qualquer sacrifício. Não faz a sua parte. E o pior, acredita Olavo Machado, não tem liderança para fazer as mudanças possíveis. Como mudar o que a Constituição e várias leis posteriores, consolidaram como direitos? Direitos que tiram a competitividade da economia brasileira, penalizando exatamente quem pensa estar gozando de direitos.  O presidente da FIEMG, e com ele milhões de outros brasileiros, acredita que precisamos acabar com as infindáveis discussões s e tentar um pacto que nos permita superar a crise política. E então superar a crise econômica, promovendo as mudanças necessárias. “Precisamos de um estadista para tocar o país”, brada Olavo Machado. E ele tem toda razão. Alguém conhece um que possa assumir este papel?

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