Autonomia financeira; esta é a prioridade das mulheres ouvidas pela pesquisa Mulheres e Mercado de Trabalho, realizada com 180 mulheres de diferentes perfis etários e etnorraciais. Ter uma relação amorosa não é a meta nem de uma em cada dez mulheres consultadas. A maior parte das entrevistadas atua em posições operacionais e intermediárias, como coordenadora e gerente. Apenas 5,6% chegaram a postos na diretoria ou cargos chamados de C-levels, mostrando que a presença feminina diminui à medida que os cargos se tornam mais estratégicos. Não por acaso o financiamento para a igualdade foi um dos painéis do qual a ministra da Mulher, Márcia Lopes, (foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom) participou em Nova York, no dia 10. A visão romântica do amor ficou para trás, dando lugar à realidade, que demanda políticas públicas.










