Representando a Sindijoias Ajomig, o empresário Raymundo Vianna se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Antonio Anastasia, do TCU, para pedir reação às sobretaxas dos Estados Unidos sobre joias e gemas. Ele apresentou um documento assinado pelo presidente do sindicato, Murilo Graciano, e pelo presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, solicitando apoio do Planalto em relação às sobretaxas impostas pelo governo norte-americano, que afetam toda a cadeia produtiva de gemas e pedras preciosas no Brasil, sobretudo em Minas, maior fornecedora desse mercado. “Gemas preciosas e semipreciosas importadas podem enfrentar tarifas específicas, em torno de 27%, além de taxas entre 29% e 34,9% para joias de ouro e prata, conforme dados de comércio sob o sistema tarifário americano”, relata Raymundo. (Foto divulgação/Sindjoias Ajomig: da esq. para a dir.: o conselheiro do Sindijoias Ajomig, Raymundo Vianna; o vice-presidente da República, Geraldo Alckimin, e o ministro do TCU, Antonio Anastasia)










