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BMG celebra novo momento no mercado financeiro

A pandemia do covid-19 não impediu que o BMG registrasse um lucro líquido de R$ 101 milhões, um crescimento de 20,2% no último trimestre, segundo balanço divulgado pelo banco. A carteira de varejo também conseguiu crescer, atingindo R$ 10,5 milhões. O número de clientes ativos chegou a 4,5 milhões ao fim de junho, representando um aumento de 19,4% nos últimos 12 meses. A presidente executiva do BMG, Ana Karina Bortoni Dias (foto) , que assumiu o comando do banco no ano passado, comemora os números. Além do crédito consignado e do cartão consignado, o BMG tem outros produtos está investindo no que chama de Figital, que é trazer a melhor automação para o canal físico.

 

O empréstimo consignado é o carro chefe do BMG?

Nós temos quatro produtos principais: o cartão consignado, o crédito consignado, o crédito na conta, que é um crédito emergencial, tem a parte do seguro prestamista , que nós distribuímos o seguro da Generalis e, agora, no Banco digital, nos temos também o cartão de crédito mar aberto, que para os clientes que não são consignados. Nós estamos entrando agora no pejotinha, que é a micro ou pequena empresa, alinhado com o BMG Granito, se olhar a carteira do banco, a maior carteira é a do cartão de crédito consignado. Nós voltamos com o crédito consignado há pouco tempo, voltamos bem, está crescendo.

 

Diante do cenário econômico brasileiro, quais as expectativas para o ano que vem?

O Banco acabou de fazer 90 anos, de renovar a marca. Foi uma mudança muito grande, uma mudança histórica para o banco. Nós falamos que é um jovem banco de 90 anos, onde combinamos toda a solidez dos 90 anos, a credibilidade, com uma modernização muito forte. Por que você tem que ser ou físico ou digital? Você pode ser um banco com a solidez de um banco de 90 anos, com toda a modernidade, que a automação nos traz. A marca vem coroar a transformação do banco, porque não se tem que fazer uma marca para mudar uma instituição, muda-se a instituição e depois apresentá-la com uma nova marca. Esse foi o nosso caminho.

 

O mundo está falando em um novo normal depois da pandemia, isso vale para os bancos também?

Acredito fortemente no novo normal. Nós já estamos vivendo essa situação e estamos preparados. Nós olhamos tanto para o colaborador, quanto para o cliente. Logo no início do isolamento social nós conseguimos colocar quase todos os colaboradores em home office, mais de 95% dos colaboradores coorporativos e funcionou super bem. Nós temos um programa de ideias que se chama “idealize” e ali eles deram várias ideias. A cadeira está ruim? Então leva a cadeira do banco, troca o vale transporte pelo vale internet. São várias ideias que os próprios colaboradores ajudaram. Depois, evoluindo com esse home office, nós o estendemos até o final de ano e partir do ano que vem, o banco vai ter um modelo de home office, que é de zero a quatro dias. Isso porque será customizado no estilo do colaborador. Pode ser que alguém queira ir por cinco dias, outro por quatro dias, outro que quer ir só um dia. Nós fizemos três pesquisas, uma logo no início da pandemia, para ver como eles se sentiam no home office, depois o que eles achariam de nós estendermos e em outro, querendo saber quantos dias cada um queria ficar no home office. Isso vai virar um novo normal.

 

A adaptação está sendo fácil?

Nós começamos a fazer uma reforma no nosso escritório para ficar um ambiente de maior integração. Em vez de cada um ter a sua mesa, teremos uma mesa compartilhada. Isso gerou um super engajamento da turma, apesar de estar todo mundo em casa, nós entramos na casa das pessoas. Nossa rede social interna tem várias brincadeiras como o da festa junina, brincadeira do bolo de 90 anos para ver quem ia fazer o bolo melhor, a turma está super engajada na rede social interna, apesar de estar distante. Para o cliente, com esse distanciamento social ele também precisa ter acesso aos produtos do banco e você ter modelos flexíveis de formalização remota ajuda muito a vida do cliente. Ele pode escolher a melhor forma de contratar um produto do banco e nós, no BMG, acreditamos nesse modelo da combinação, para deixar o cliente escolher como ele quer ser servido. A combinação do físico com o digital, tendo as melhores ferramentas na ponta é a nossa aposta para o novo normal.

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