Embora dispute o governo de Minas, Cleitinho (foto: Saulo Cruz/Agência Senado) se imagina como presidente do Senado. Em sessão da Casa, o senador declarou que teria coragem de, em uma canetada, “fazer muita coisa que precisa ser mudada nesse país” e enfrentar “privilégios e mordomias”. Mas, como lhe é de costume, logo recuou, dizendo que seu perfil político, digamos, “aguerrido” dificultaria uma eventual eleição para a presidência, pois os votos não dependem diretamente da população. Entre a esquerda e a direita, o senador ainda criticou a demora na votação do fim da escala 6×1.











