O ato marcado para 1º de março na Avenida Paulista virou mais do que manifestação: tornou-se teste de lealdade dentro do próprio PL. Flávio Bolsonaro (foto Jefferson Rudy/Agência Senado) passou a ser cobrado publicamente a comparecer ao protesto que levanta as bandeiras de impeachment de Lula e de ministros do Supremo Tribunal Federal. A pressão subiu depois que Eduardo Bolsonaro cravou nas redes a presença do irmão, um gesto que foi imediatamente amplificado por deputados do partido. O problema é que a campanha de Flávio tenta evitar o confronto direto com a Suprema Corte e prefere uma estratégia de menor exposição. A orientação é reduzir ruído. Já a ala mais dura quer o oposto: presença física, discurso firme e menos vitrine. Nos bastidores, o recado é outro: chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor, já que o Tio Sam não mais vai cair na batucada.










