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Página inicial - Blog do PCO Paulo César Oliveira

Trabuco chama atenção


Que a crise é grave, que é muito maior do que uma simples “marolinha” ninguém mais duvida. Que ela não é fruto de nossos próprios erros, sendo um produto importante, resultante de uma crise que se espalhou mundo afora, só os petistas acreditam. Ou talvez nem eles que, no entanto, mantém este discurso de uma conjuntura internacional desfavorável na falta de uma desculpa melhor. Em relação a gravidade do momento econômico há um consenso. O debate agora passa, convenientemente , a ser sobre quem nasceu primeiro:o ovo ou a galinha. Debate-se se a crise econômica gerou a crise política ou se foi a crise política que alimentou a crise econômica. Hoje, sem discutir origem, está claro que a política vem tornando incontroláveis os problemas econômicos. Por isto há movimentação no meio empresarial com posicionamentos em favor de uma busca de unidade, pelo fim da guerra política, se é que se pode chamar assim uma batalha de egos, vaidades e ganância de poder. Depois de entidades como a Fiemg, Fiesp e Firjan, do setor industrial se manifestarem, foi a vez do setor bancário. Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco e primeira opção de Dilma para o Ministério da Fazenda (ele recusou o pré convite), chamara a atenção para a gravidade da crise, em entrevista à Folha de São Paulo. Trabuco vê a crise política muito grave e hoje causa de nossos problemas econômicos. Avisa que não acredita em retomada da economia este ano. Só em meados do ano que vem, assim mesmo através de investimentos em infraestrutura o que exige a presença forte do governo. Sem investimentos do governo, nada feito. Com crise política não haverá investimentos. É hora de agir. E o governo precisa  agir sobre sua base. Antes porém, precisará admitir que é o único culpado pela crise econômica pois destroçou a economia para se reeleger.  A partir daí, construir um entendimento nacional, desarmando a arrogância petista, sem o quê não conseguirá convencer a sociedade que seus propósitos são sinceros. Para o governo e o PT, agora, é questão de sobrevivência. E quem está se afogando não pode rejeitar ajuda.

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