Além da persecução penal, que caberá ao MPF dar andamento e eventual desdobramento, há os procedimentos administrativos. Melhor explicando, eventuais nomes do Judiciário citados nas delações deverão ser imediatamente investigados pelo corregedor do CNJ, o ministro mineiro João Otávio de Noronha (foto). E a ministra presidente do STF deverá remeter a ele o ingrato quinhão que lhe cabe da delação.