Dizem que brasileiro não tem memória. Talvez por isso o presidente Dias Toffoli tenha decidido por uma posição diferente no processo relacionado a Flávio Bolsonaro. Em 2016, por 9 votos contra 2, o Supremo entendeu que o compartilhamento de informações fiscais dispensava autorização judicial. Devido a polêmica causada em relação a esta decisão, os ministros do Supremo estão querendo adiantar a análise do caso para depois do recesso, em agosto. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pretende entrar com ação contra a decisão de Toffoli (foto).