O governo de Minas inicia 2021 trabalhando para reduzir os custos com a folha de pagamento. O secretário da Fazenda, Gustavo Barbosa, encerrou 2020 com uma redução de R$ 29 milhões, ou menos de 6,7% das despesas com pessoal entre o terceiro quadrimestre e o segundo quadrimestre de 2020. Essa queda se deu com redução de gastos com terceirizados e com comissionados, já que a folha dos aposentados e pensionistas cresceu R$ 1,05 bilhão no período (5,2%). Os gastos com pagamento de pessoal somaram 55,33% da receita, quando o máximo permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal é de 49%. No orçamento para 2021, os gastos com pessoal e encargos sociais equivalem a 58,1% da Receita Corrente Líquida, acima dos 57% da Lei de Responsabilidade Fiscal. A grande dificuldade de Barbosa (foto) é o fato de que o Estado tem pouca capacidade de redução de despesas com ativos e inicia 2021 fazendo as contas na ponta do lápis.