O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (foto/reprodução internet), resolveu brincar de almirante. De um lado, três destroieres americanos, daqueles que carregam mais mísseis do que a Venezuela tem de gasolina. Do outro, o “comandante” convoca 4,5 milhões de milicianos, o que significa basicamente, metade do país desfilando com fuzis imaginários. Enquanto isso, o presidente Donald Trump promete “toda a força” contra o regime, que pode também, respingar no Brasil, já que militares dos EUA reclamam da festinha que o presidente Lula anda fazendo com os chineses nos exercícios conjuntos. Resultado? Operações militares canceladas, conferências espaciais suspensas e um clima digno de novela mexicana. Em vez de diplomacia, parece que eles estão em um tabuleiro de War. Só falta Maduro pedir reforço ao Exército de Libertação do Caribe, aquele que só existe na cabeça dele.