Ainda sem dizer com todas as letras que será o candidato do presidente Lula ao governo de Minas, o senador Rodrigo Pacheco (foto/reprodução internet) se apresentou no palanque do petista em Contagem como defensor das “pautas caras ao governo Lula”. Pragmático, defendeu não haver dois lados quando se trata de “defender a democracia” e as “pessoas pobres”, ou a “soberania” do Brasil e aproveitou para sair em defesa do presidente Lula, que tem sido alvo dos ataques do governador Romeu Zema e criticou declarações como a de que pessoas em situação de rua deveriam ser “guinchadas”.
Pacheco ressaltou que “não há dois lados quando se trata de defender a democracia no nosso país, não há dois lados quando se trata de defender as pessoas pobres de nosso país. Não há dois lados para defender a soberania do nosso país”. Ele aproveitou para mirar seus ataques também no deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), afirmando que “brasileiro que resolve ir para o exterior trabalhar contra o nosso país é traidor da pátria”. O discurso agradou a plateia petista, que gritou “sem anistia”. Empolgado, acrescentou que “essa bandeira do Brasil não é para enxugar suor de fascista.”