A disputa pela herança do patriarca da Fiat, Gianni Agnelli (foto/reprodução internet), ganhou mais um capítulo com Margherita Agnelli, filha de Gianni, apresentando um novo documento manuscrito ao tribunal em Turim. O suposto testamento, datado de 20 de janeiro de 1998, destinaria 25% da participação de Gianni Agnelli na holding da família, a Edoardo, seu filho, falecido em 2000.
O problema é que o novo documento conflita com uma carta de 1996 na qual foi baseada a transferência dos referidos 25% a John Elkann, neto do fundador, e, a partir de então, acionista majoritário. Para os advogados dos netos de Agnelli, o documento apresentado por Margherita não teria valor pois o próprio Edoardo já havia até falecido quando o pai morreu.











