O Banco Central, presidido por Gabriel Galípolo (foto/ Roque de Sá/Agência Senado) decidiu abandonar, por ora, a regulamentação do Pix parcelado, ideia defendida, publicamente, pelo seu diretor Renato Gomes, cuja estreia vinha sendo adiada desde setembro. A comunicação foi feita durante Fórum Pix. A modalidade já existe de forma independente em bancos e fintechs, que oferecem crédito parcelado ao usuário enquanto o recebedor obtém o valor à vista. O BC também proibiu o uso do nome “Pix parcelado”, liberando apenas variações como “Pix no crédito”. Hoje, as taxas cobradas pelas instituições que oferecem a modalidade variam de 1,59% a 9,99% ao mês, conforme o perfil do cliente.










