A inflação em Belo Horizonte encerrou 2025 em 4,56%, após acelerar 0,42% em dezembro, segundo o IPCA medido pelo Ipead, fundação presidida pelo professor Fabrício Missio. O dado revela um ano marcado pela pressão de itens não alimentares, que avançaram 4,92% e deram o tom do índice na capital. Em dezembro, a gasolina foi o principal vetor de alta, com aumento de 3%, ao lado das refeições fora de casa. O alívio veio de tarifas administradas, como energia elétrica e ônibus, que ajudaram a conter o avanço mensal. No acumulado do ano, a inflação foi puxada por habitação, encargos e vestuário, enquanto a alimentação teve comportamento mais benigno, com deflação nos produtos consumidos dentro de casa. O resultado desenha um quadro de inflação menos difusa, mas ainda concentrada em serviços e custos urbanos. (Foto: Shutterstock)











