A França, de Emmanuel Macron (foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil), entrou em território perigoso. Com dívida em 117,4% do PIB, juros crescentes para financiar o Tesouro, déficit persistente e uma sucessão de crises políticas que já trocou o primeiro-ministro três vezes em 2025, o país vive um equilíbrio precário — mais emocional que econômico. Basta um choque, interno ou externo, para romper a confiança dos mercados. A pergunta que constrange o governo e assombra a Europa é direta: Paris pode ser, em 2026, o novo epicentro de uma crise da dívida como a que explodiu na Grécia em 2009? A diferença é que, desta vez, o problema não está na periferia do euro, mas em um de seus pilares. E quando um pilar treme, todo o edifício range.











