O IPCA fechou 2025 em 4,26%, número que cabe inteiro dentro do teto de 4,5% fixado pelo CMN. Não é detalhe: é sinal de que a pressão dos preços perdeu fôlego ao longo do ano. A inflação, esse bicho arisco, foi sendo domesticada trimestre a trimestre. Para o investidor, o recado é direto — menos risco de descontrole hoje amplia o campo de manobra amanhã. Em um ambiente em que a política monetária é o leme, esse dado entra como farol: indica que o Brasil cruzou 2025 sem bater no rochedo da meta e mantém aberta a discussão sobre os próximos passos do Banco Central. Em economia, quem segura a inflação, como Gabriel Muricca Galípolo (foto: Roque de Sá/Agência Senado) e toda a atual diretoria do Banco Central que atua coesa, segura o futuro.











