Com a queda das exportações de açúcar em 2025 19% menores, o setor sucroalcooleiro não repetiu os excelentes números do ano anterior. O presidente da Siamig Bioenergia, Mário Campos (foto: arquivo), entende que com “o preço de embarque do açúcar em 2025 foi menor do que em 2024, que foi um ano muito bom de remuneração. Já 2025 foi um ano de transição de um preço muito bom para um mais próximo do custo de produção. O preço menor prejudica o produtor”. Como o mercado interno vem com uma demanda fixa e, às vezes, até menor, a prioridade do setor é a exportação. Mário Campos disse que as safras para os próximos dois anos, que estão previstas para começar a ser plantadas em abril, devem ter suas produções direcionadas preferencialmente para o etanol, buscando maior rentabilidade.











