O relator do TCU que analisa a liquidação do Banco Master, Jhonatan de Jesus (foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados), carrega um rastro incômodo do tempo em que era deputado. Ele indicou R$ 42 milhões em emendas para Roraima que, segundo apuração do Estadão, se dissolveram em obras fantasmas e asfalto de péssima qualidade. Em Iracema, onde deveriam existir 300 casas populares, há apenas uma — vazia. Nas estradas rurais, quilômetros prometidos viraram lama e buraco. Parte relevante do dinheiro não tem prestação de contas clara. O ministro nega irregularidades e a prefeitura afirma que aplicou os recursos corretamente. No papel, tudo fecha. No chão, não.











