Presidente da CPMI que investiga fraudes no INSS, o senador Carlos Viana (foto: Waldemir Barreto/Agência Senado) defende abertamente a ampliação do prazo da comissão como condição para dar conta da dimensão do esquema apurado. O parlamentar mineiro sustenta que o volume de documentos analisados, a lista de empresas sob suspeita e a quantidade de depoimentos pendentes não permitiria encerrar a comissão em março. Ao anunciar um balanço preliminar para fevereiro, Viana sinaliza o início de uma fase mais sensível, com decisões que podem alcançar contratos em larga escala e provocar efeitos imediatos, como o pedido de suspensão de milhões de consignados. Chamam a atenção ainda as declarações da senadora Damares Alves, que relata pressões de lideranças religiosas citadas nas apurações para que as informações não se tornem públicas.











