É no mínimo curiosa a visão do pastor Silas Malafaia (foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Minas) sobre o envolvimento de líderes religiosos evangélicos na CPMI do INSS, apontado pela senadora Damares Alves, durante entrevista nesta quarta-feira. Malafaia mostrou-se indignado com a senadora e disparou, a seu estilo estridente, que os nomes apresentados na acusação não representam grandes líderes e nem grandes igrejas. Este é um caso de proporcionalidade inversa: o tamanho dos líderes pode ser “pequeno”, já o rombo que deixaram pode chegar na casa gigantesca dos R$ 1,2 bilhões.











