Uma análise do cenário político feita pelo dono da Quaest, o mineiro Felipe Nunes (foto: divulgação), fez com que a direita se movimentasse, porque segundo ele, esse grupo está perdendo o time. Segundo Nunes, “Lula, claro, é o principal nome do governo e a oposição vem há algum tempo tentando construir uma alternativa.” Nos primeiros levantamentos de 2026, fica claro que “essa oposição, não Bolsonaro, está perdendo o timing para construir uma alternativa, não por uma questão de competitividade, porque no cenário que a gente avaliou é, por exemplo, sem o Flávio Bolsonaro, os outros nomes crescem e teriam até condições de enfrentar Lula no primeiro turno.” Para Nunes, o ponto é que, a política não tolera o vácuo. Nesse caso, Flávio Bolsonaro saiu fazendo campanha após ser indicado pelo pai, Jair Bolsonaro, e está conversando com atores políticos, atores do mercado e atores econômicos, e ele vai, aos poucos, ocupando espaços deixados abertos.”
A direita, segundo Felipe Nunes, está fragmentada. Se forem somados os votos de todos os nomes da direita, eles ultrapassam Lula, mas fragmentada, a direita não será competitiva.











