Não foi preciso citar o nome do ministro Dias Toffoli (foto: Rosinei Coutinho/STF) para saber que a nota emitida pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) afirmando que “acompanha com elevada preocupação o desenvolvimento das investigações relacionadas ao Banco Master” refere-se à atuação do magistrado no caso, causando “perplexidade institucional.”
O comunicado, extenso, expõe e enumera o que a ADPF considera uma atuação irregular de Dias Toffoli: interferência indevida nos protocolos da PF, acareações e prazos exíguos para buscas e apreensões, inquirições sem planejamento e o que a associação parece considerar mais fora dos protocolos: escolha nominal de peritos para exames periciais. “Cumpre salientar, a título de exemplo, que, nem mesmo no âmbito interno da Polícia Federal, a designação de peritos ocorre por escolha pessoal ou nominal da autoridade policial.”











