Fernando Haddad (foto: Diogo Zacarias/MF) mantém em aberto sua definição sobre 2026 ao tratar o tema como uma decisão política a ser amadurecida em diálogo direto com o presidente Lula, sem automatismos eleitorais. Nesta segunda-feira (19/1), o ministro admitiu a intenção de deixar a Fazenda no início do ano, antes do prazo legal de desincompatibilização, para permitir que o sucessor conduza desde cedo a execução orçamentária, com o secretário-executivo Dario Durigan despontando como opção natural. Apesar da pressão por uma candidatura, Haddad lembra que já recusou convites semelhantes e sustenta que o debate central não é cargo, mas projeto de País. Ao relativizar o peso da economia nas eleições, ele sinaliza que desempenho fiscal, embora necessário, não tem sido determinante diante de um eleitorado mais sensível a outros temas.











