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Paulo César de Oliveira
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Esther Dweck

*Sem a presença do presidente Lula e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, este ano a participação do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial de Davos, que começou nesta segunda-feira (19), será tímida e terá como única representante a ministra Esther Dweck (foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil), do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Básicos. A ministra participará de um painel que vai discutir perspectivas econômicas da América Latina. Em compensação, a presença do setor privado brasileiro será mais representativa. Exemplo disso é o espaço Brazil House, iniciativa do BTG Pactual, do banqueiro André Esteves, que pretende reunir durante a realização do Fórum executivos, investidores e autoridades globais para discutir temas relevantes mundiais.

*A ministra Dweck, aliás, é um dos nomes que estão sendo avaliados pelo presidente Lula para o lugar da ministra Simone Tebet, que deverá deixar o Ministério do Planejamento para disputar as eleições de outubro para o Senado ou para o governo de São Paulo, para fortalecer a montagem de um palanque forte para garantir a reeleição do presidente. Outro nome que vem sendo avaliado por Lula para o lugar de Tebet seria Bruno Moretti, atual presidente do conselho de administração da Petrobras e secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil. Moretti, apesar de resistências no governo, é também um nome que vem sendo falado para substituir o ministro Fernando Haddad, na Fazenda.

*Parlamentares do Novo, integrantes da CPMI do INSS, protocolaram nesta segunda-feira (19) no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que seja determinada a devolução ao colegiado das provas oriundas das quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Em dezembro do ano passado, as provas foram retiradas da esfera de atuação da comissão, por determinação do ministro Dias Toffoli, e permanecem sob guarda administrativa da Presidência do Senado, até posterior deliberação do Supremo. Assinam a petição, os deputados Marcel van Hattem (Novo-RS), Adriana Ventura (Novo-SP), Luiz Lima (Novo-RJ) e o senador Eduardo Girão (Novo-CE), além do relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN).

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