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Previsões são, apenas, previsões

Paulo César de Oliveira
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O Fundo Monetário Internacional, presidido por Kristalina Georgieva (foto: Fabrice Coffrini/AFP) apertou o freio no horizonte mais distante. Reduziu a projeção de crescimento do Brasil em 2026, ao mesmo tempo em que fez correções marginais para cima em 2025 e 2027. O recado é claro: o curto prazo até respira, mas o médio continua pressionado por juros altos e por uma economia global menos cooperativa. Lá fora, o ruído político segue contaminando expectativas. Donald Trump voltou ao velho repertório da intimidação comercial ao ameaçar tarifas extras contra oito países europeus caso os Estados Unidos não sejam autorizados a comprar a Groenlândia. Geopolítica em modo barganha. No front doméstico, o Boletim Focus mostrou estabilidade nas projeções de PIB e câmbio. A surpresa veio na política monetária: a expectativa para a Selic em 2028 subiu para 10%. Em compensação, a inflação deu sinal mínimo de alívio, com o IPCA de 2026 recuando levemente. Nada dramático. Mas também nada animador. Previsões continuam sendo só isso — enquanto o risco insiste em ser real.

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