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Compensação Financeira pela Exploração Mineral em Minas atinge R$ 3,6 bilhões

Paulo César de Oliveira
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Otacílio Costa Neto

Minas Gerais liderou a arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem), com R$ 3,6 bilhões em 2025, o segundo maior valor já registrado pela Agência Nacional de Mineração (ANM), atrás somente de 2021.  Em relação ao ano passado, houve um crescimento de 7,6%. O Pará, que ocupou o topo por três anos seguidos a partir de 2019, ocupou novamente a segunda posição, com R$ 3,1 bilhões de royalties recolhidos.

No Brasil, foram arrecadados R$ 7,9 bilhões no ano passado, o que também representa a segunda maior marca. Em relação a 2024, o recolhimento nacional subiu 6,7%. O recolhimento histórico em Minas foi impulsionado, principalmente, pelo minério de ferro. A receita cresceu 4,8% no confronto anual, para R$ 3,1 bilhões, valor que corresponde a 86,5% do total arrecadado. A cidade de Conceição do Mato Dentro, administrada por Otacílio Costa, o Otacilinho (foto: arquivo), é uma das maiores arrecadadoras da Cfem.

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