A corrida ao Senado em São Paulo começa torta dos dois lados. No PL, o problema é interno: um racha explícito pela escolha do candidato expõe vaidades e cálculos cruzados. Na esquerda, o impasse é outro — falta fechar a chapa completa, o que adia decisões e dilui discurso. Em 2026, duas das três cadeiras do estado estarão em jogo: passam os dois mais votados. Deixam o Senado Mara Gabrilli (foto: Geraldo Magela/Agência Senado), PSD, e Giordano (sem partido). Marcos Pontes(PL) segue até 2031. O desenho é simples e cruel: com duas vagas, fragmentação custa caro. Quem errar o timing — à direita ou à esquerda — corre o risco de assistir ao adversário passar com a pista livre.










