A Associação Brasileira dos Municípios Mineradores do Brasil (AMIG Brasil), presidida pelo prefeito de Itabira, Marco Antônio Lage (foto: arquivo), está cobrando “ações enérgicas em resposta aos graves incidentes ocorridos em estruturas da mineradora Vale no dia 25 de janeiro de 2026, nos municípios de Ouro Preto e Congonhas”. A entidade lembra que os eventos aconteceram “exatamente sete anos após o desastre que ceifou 272 vidas, são um lembrete doloroso de que os riscos da mineração são permanentes e sistêmicos. Eles demonstram, inequivocamente, que o perigo não se restringe às barragens de rejeitos. Toda a complexa infraestrutura de mineração, incluindo cavas, diques e sumps, representa uma ameaça constante que exige monitoramento, transparência e, acima de tudo, responsabilidade”.
Para a entidade, “é inaceitável que os municípios e suas populações vivam sob a sombra da insegurança, potencializada pela falta de transparência das empresas “, e critica o modelo de fiscalização que “se mostra insuficiente.”










