Os mercados reagiram ao anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao sucessor de Jerome Powell: Kevin Warsh. Símbolo da ortodoxia monetária, Warsh agrada ao mercado por prometer disciplina contra a inflação e, ainda que, mais recentemente, tenha flertado com a ideia de juros menores. O simples gesto já produziu efeito: esfriou o embate entre Casa Branca e Federal Reserve e detonou uma correção no ouro, que cai mais de 5% após meses de euforia. É ajuste, não rendição. O metal ainda carrega prêmio geopolítico num mundo instável. Tradução prática: menos ruído institucional, menos corrida ao porto seguro. Mas o pano de fundo segue frágil. O ouro tropeça, não abandona o palco.










