Justamente em ano eleitoral, o Ministério da Fazenda admite que a mesa do brasileiro ficará mais cara em 2026. O boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica aponta aceleração da inflação de alimentos após avanço de 2,95% no grupo em 2025. O diagnóstico combina clima instável ao longo do ano com menor oferta de carne bovina – por retenção de fêmeas no Brasil e nos Estados Unidos – e expectativa de produção menor de itens semielaborados como arroz e trigo e de itens in natura como tomate e batata. Mesmo assim, a equipe de Fernando Haddad (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) projeta alívio no índice geral, com IPCA em 3,6%, apoiado em excesso de oferta global, combustíveis mais baratos e efeitos defasados do câmbio e dos juros.










