A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (foto: Andressa Anholete/Agência Senado) ensaia uma inflexão tática: baixar o tom para disputar o eleitorado volátil do centro sem romper com o bolsonarismo. A aposta mira dois públicos que se cruzam, os indecisos e o mercado, sensível ao discurso de ajuste fiscal em meio a juros altos e críticas às contas do governo Lula. O desenho combina ataques à política econômica petista com a preservação de bandeiras identitárias, como a defesa de Jair Bolsonaro e as investidas contra o STF. Nesse arranjo, a escolha de um vice tido como centrista vira peça-chave, com Ratinho Júnior e Tereza Cristina como sinais de pragmatismo capazes de reduzir rejeição e ampliar o raio eleitoral. O governador Romeu Zema também é cogitado, mas, como já noticiou o Blog, declina e insiste em ser cabeça de chapa










