O padre Flávio Ferreira Alves, da Paróquia Santa Efigênia, em Córrego Novo, no Vale do Rio Doce, engrossou as críticas de religiosos ao voto de Nikolas Ferreira (foto/reprodução Instagram) contra o programa Gás do Povo, na Câmara dos Deputados. Durante uma missa, o sacerdote pediu que fiéis que concordassem com o deputado deixassem a igreja e afirmou que não deveriam receber a eucaristia. O vídeo corre pelas redes sociais e provocou resposta do parlamentar, que classificou a atitude como militância no altar. A Diocese de Caratinga tratou o episódio como isolado, falou em emoção e divulgou pedido de perdão do pároco, reafirmando respeito à pluralidade de opiniões.
O clamor mineiro se soma a do padre Ferdinando Mancilio, da Igreja do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (SP), que, durante uma missa em 25 de janeiro, alfinetou, sem mencionar nomes: “não adianta querer fazer uma marcha para Brasília alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo”.










