Os custos da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário mínimo – como os de 12%, em 2001, e 7,6% em 2012, que não reduziram o nível de empregos – o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho. A conclusão é de estudo publicado nesta terça-feira, 10, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A redução da jornada de trabalho teria um custo de menos de 1% em grandes setores, como indústria e comércio, mas alguns setores de serviços que dependem de mais mão de obra podem precisar de políticas públicas, avalia o instituto.
“A jornada geral de 40 horas semanais elevaria o custo do trabalhador celetista em 7,84%, mas, dentro do custo total da operação, o efeito é menor”, diz o pesquisador do IPEA, Felipe Pateo. (foto: Walter Campanato / Agência Brasil)










