A gestão de Hugo Motta (foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados) na Câmara Federal acumula sinais preocupantes. Pautas sensíveis avançam sem debate adequado, textos chegam ao plenário sob críticas de improviso e decisões estratégicas parecem reagir mais à pressão do momento do que a um plano institucional claro. Some-se a isso a dificuldade em organizar maioria estável e conter ruídos entre governo e oposição. Presidência da Câmara exige coordenação, previsibilidade e comando político firme. Quando a Casa vota sob atropelo e depois recua por constrangimento público, a autoridade da cadeira se esvai. É nesse contraste que cresce a avaliação mais dura sobre seu desempenho. Motta é, de fato e de direito, considerado o pior presidente das últimas legislaturas brasileiras.










