Está nas mãos do ministro Edson Fachin decidir se o ministro Dias Toffoli continuará à frente da investigação sobre a quebra do Banco Master – que já resultou em prejuízos de cerca de R$ 50 bilhões – ou se Toffoli será afastado da relatoria do caso. Cabe a Fachin, no mínimo, analisar o reletório de dados apresentado pela Polícia Federal na noite desta quarta-feira, 11. Já ao suspeito deveria caber o pedido espontâneo de afastamento. A sociedade assiste a tudo horrorizada e a imagem do STF corre o risco de acabar como o Banco Master: implodida.










