O Carnaval acaba nesta quarta. Mas, sob as bençãos dos presidentes da Câmara, Hugo Motta e do Senado, Davi Alcolumbre, a ressaca institucional vai até a próxima semana. O brasileiro desmonta o bloco, guarda a fantasia e volta ao batente. Já o Congresso estica o feriado como quem puxa o último samba-enredo, porque, afinal, ninguém é de ferro… sobretudo quando o ferro é o ponto eletrônico, em ano de eleições. Entre confetes e vetos adiados, o país segue no piloto automático. No Brasil, o ano começa depois do Carnaval. E às vezes termina antes da próxima votação relevante.










