Nos Estados Unidos de Donald Trump (foto: Joyce N. Boghosian/ The White House), a dança das cadeiras nas grandes empresas virou tendência estrutural. Em 12 meses, 168 companhias abertas trocaram seus CEO’s — uma em cada nove. A maioria absoluta dos novos executivos é estreante, com média de 54 anos. O movimento não arrefece. Walmart, Procter & Gamble, Lululemon, PayPal e a própria Disney — hoje novamente sob Bob Iger — já anunciaram mudanças. IA, cadeias frágeis e investidores impacientes aceleram a renovação. Só as empresas que mudaram de comando neste ano somam US$ 2,2 trilhões em valor de mercado.










