A disputa nacional por palanques em Minas passou a ditar o ritmo da corrida ao Palácio Tiradentes. A exigência do PL por um candidato estadual alinhado a Flávio Bolsonaro colide com o compromisso do vice-governador Mateus Simões (foto Gil Leonardi/Governo de Minas) de manter o palanque de Romeu Zema à presidência, criando ruído na base da direita. Para complicar, a troca no comando do União Brasil e a incerteza na federação com o PP transformaram o tempo de TV no ativo mais cobiçado da pré-campanha. Sem amarras locais, as decisões passaram a responder a acordos feitos fora do estado, enfraquecendo alianças que pareciam fechadas e adiando definições.










