O Instituto Nacional do Câncer estima que, entre 2026 e 2028, serão diagnosticados 13.310 casos novos de câncer de tireoide nas mulheres e 3.140 nos homens. O número significa uma diferença de 323% entre os gêneros. A região com maior prevalência da modalidade, em ambos os sexos, é a Sudeste e a menor é a região Norte. Esta alta em relação ao público feminino é uma tendência mundial que pode ser explicada por fatores hormonais e pela busca mais frequente de diagnósticos por parte delas. A coordenadora da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, Aline Lauda (foto: Reprodução/YouTube) explica que gravidez e obesidade podem alterar o funcionamento da glândula tireoide e, apesar desta modalidade ser a quinta mais frequente nas brasileiras, a doença tem alto índice de cura.










