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Quando a guerra no Irã chega ao bolso brasileiro

Paulo César de Oliveira
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Gabriel Galípolo (foto: Lula Marques/ Agência Brasil)

Conflitos raramente ficam confinados ao campo de batalha. A guerra no Irã começa a produzir seus efeitos a milhares de quilômetros, atingindo o coração das expectativas econômicas no Brasil. O vetor é o petróleo. A escalada do barril, que chegou a US$120 antes de recuar para menos de US$90 após declarações de Donald Trump sobre o possível fim do confronto, introduziu uma variável estratégica no cálculo do Banco Central, presidido por Gabriel Galípolo (foto: Lula Marques/ Agência Brasil). No início do ano, discutia-se apenas a velocidade do corte da Selic. Agora, a incerteza geopolítica domina o tabuleiro. Parte do mercado ainda aposta em redução de 0,5 ponto na reunião de março; outros admitem a manutenção da taxa em 15%. O impacto já se espalha: combustíveis mais caros pressionam a inflação e elevam custos na agricultura, na indústria plástica e na energia, ampliando o alcance econômico da guerra.

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