Um ano após a entrada em vigor das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre o aço, os embarques mineiros para aquele mercado cresceram 15% em volume, mas renderam 26% menos. Estudo divulgado pela Fiemg, por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), indica que o aumento das barreiras levou a uma mudança no perfil das vendas, hoje mais concentradas em aços semiacabados, de menor valor agregado. Na prática, isso significa que Minas Gerais passou a exportar mais aço em volume, mas com menor valor médio por tonelada.
Para o presidente da entidade, Flávio Roscoe (foto Divulgação/Fiemg ), o episódio expõe como o tarifaço alterou a dinâmica do comércio internacional do setor. “Ao mesmo tempo, preocupa o avanço em 17% das importações de aço em Minas, especialmente da China, em um contexto de excesso de oferta global, pressão sobre preços e risco de práticas desleais de comércio.”










