O petróleo voltou a cruzar a linha psicológica dos US$ 100 por barril — e não foi por acaso. A escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã atingiu um dos nervos mais sensíveis da economia global: o fluxo de energia. Ataques a petroleiros no Golfo Pérsico e o fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde circula cerca de um quinto do petróleo consumido no planeta, embaralharam o mercado. Diante do susto, os 32 países da Agência Internacional de Energia decidiram abrir os cofres de emergência. Autorizaram a liberação de 400 milhões de barris de suas reservas estratégicas — a maior ação coordenada já feita pela entidade. A tensão militar continua ditando o humor dos investidores. (Foto: Giuseppe CACACE / AFP)










