O ministro do Trabalho, Luiz Marinho (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil), afirmou que a eventual extinção da escala 6×1 não será acompanhada de incentivos fiscais para as empresas. Segundo ele, a compensação viria da própria produtividade gerada por jornadas menores. A avaliação do governo é que a redução da carga semanal melhora o ambiente de trabalho, diminui o absenteísmo e reduz o esgotamento mental, fatores que tenderiam a elevar o rendimento dos empregados. Marinho também reiterou a posição do Executivo de defender a diminuição imediata da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salários. A hipótese de chegar a 36 horas, segundo ele, exigiria discussão mais cautelosa no Congresso.










