A ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, aposta central do governo para o ano eleitoral, ainda não se traduziu em melhora perceptível na aprovação de Lula (foto Marcelo Camargo/Agência Brasil). A medida entrou em vigor em janeiro e já apareceu em dois ciclos de pagamento de salários, mas pesquisas recentes indicam estagnação ou leve recuo na avaliação do governo, enquanto o principal adversário do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, ganha terreno e alcança empate técnico. O Planalto pondera que o efeito político pode demorar a aparecer, em meio a despesas típicas do início do ano, juros elevados e pressão da inflação de alimentos sobre o orçamento das famílias. Ainda assim, o impacto benefício esperado era bem maior.










