A América Latina recebeu menos de 1% dos US$ 92 bilhões em investimentos globais em tecnologia climática, de acordo com a plataforma de dados e inteligência de mercado Net Zero Insights. Na prática, o setor de climatechs – startups que desenvolvem tecnologias climáticas escalonáveis – reúne os dois eixos econômicos que mais crescerão até 2030, segundo o Fórum Econômico Global: tecnologia e economia verde.
Para a diretora executiva do Fórum Brasileiro de Cimatechs, Ana Himmelstein, (foto: Wanezza Soares) o Brasil reúne características essenciais para o desenvolvimento de tecnologia climática tanto para atender ao mercado interno, quanto para produzir soluções de impacto global. “O que o relatório mostra é que não faltam condições e sim intencionalidade, orquestração e financiamento”, avalia a diretora. Mesmo fora do fluxo financeiro, o Brasil mobilizou R$ 2 bilhões e gerou mais de 5 mil empregos diretos e indiretos considerando as climatechs.










