A entrada em vigor provisório do acordo entre Mercosul e União Europeia a partir de 1º de maio reposiciona o Brasil diante de uma agenda comercial mais exigente. Para o vice-presidente Geraldo Alckmin (foto Marcelo Camargo/Agência Brasil), o desafio não está na formalização, mas na capacidade de converter acesso ampliado em negócios, empregos e investimentos. Segundo ele, trata-se de um acordo de grande escala, cujo impacto dependerá da resposta prática do setor produtivo, em um cenário de competição internacional elevada e necessidade de ganho de eficiência.











