Não é novidade que o Poder Judiciário brasileiro custa caríssimo. Mas ainda não foi desta vez que os penduricalhos foram abolidos; foram apenas limitados a 35% do teto constitucional, definido em R$ 46.366,19. Por aqui, Minas tem o segundo maior Tribunal de Justiça do país; e, se incluído Ministério Público e Defensoria Pública, este segmento do funcionalismo deverá custar, em 2026, cerca de R$ 16 bilhões ao ano e significa gasto médio de R$ 800,00 por mineiro. O valor bilionário consome de 10% a 12% do orçamento total de Minas Gerais e a maior parte vai para pagar salários e os benditos penduricalhos. O ministro Cristiano Zanin (foto: Lula Marques/Agência Brasil) disse que a limitação é o “passo inicial” para uma solução definitiva.” Enquanto isso, vamos contando “dinheiros” para fechar o mês!











